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domingo, 29 de maio de 2016

Abam sorteou prêmios para as mães de Mato Grosso-PB




















Descuido ou irresponsabilidade? - Por Humberto Pinho da Silva

DESCUIDO OU IRRESPONSABILIDADE ?



Por Humberto Pinho da Silva


Quando a escritora Isaura Correia Santos, sofreu o acidente de viação, na estrada Porto-Povoa, ficou internada numa casa de saúde, do centro da cidade.
Fui visitá-la. Sabia o número do quarto, mas não o modo de chegar lá.
Perguntei ao porteiro. Disse-me para subir e perguntar depois a uma enfermeira. Assim fiz.
Durante semanas realizei essa visita, diariamente. No quarto apenas estava a doente e a Filó.
Estranhei não ter que me identificar, à entrada, e a liberdade de poder circular livremente pelos corredores do hospital.
Contando o sucedido, vim a saber, que é prática comum não pedir a identificação de quem vai visitar os doentes, em hospitais privados. Parece-me atitude leviana.
Recentemente, minha querida amiga, Cândida, foi obrigada a internar-se num hospital
Ao entrar, perguntei à porteira onde ficava o quarto numero X. Solicita, disse-me: “ Suba este corredor; vire à direita; depois à esquerda; e procure o número “.
Assim fiz; mas perdi-me. Pedi auxilio a empregada, que me disse: “Vá andando que está no caminho certo…”
Fui andando… e finalmente cheguei ao local que queria.
E se eu, em lugar de ser amigo intimo, ao ponto de a respeitar como se minha mãe fosse – era malfeitor?!
Ou, na melhor das hipóteses, fosse visitante indesejável?
 Muitas desgraças, muitos crimes, acontecem por falta de segurança; por descuido ou irresponsabilidade de quem manda.
Neste caso, a simples identificação pelo BI, e um telefonema interno, para o quarto, seria bastante para garantir a segurança da doente.

Por que não se faz?! Não sei responder. Saberá o leitor?

Bom dia ilustres

Bom dia ilustres

Hoje acordei de acordo com a vida! Fiz um pacto de poesia olho no olho e lembrei-me de ti.

sábado, 28 de maio de 2016

D. Pedro II e Feira de Santana - Por Humberto Pinho da Silva

D. PEDRO II E FEIRA DE SANTANA



Por Humberto Pinho da Silva


Numa deslocação, que o popular Imperador do Brasil realizou pela Bahia, foi parar, certo dia, à cidade de Feira de Santana.
Uma vez chegado a essa bonita terra baiana, na companhia de ilustre comitiva, hospedou-se na Rua Direita, na residência apalaçada de João Pedreira, seu amigo e admirador.
Depois de repousar da árdua e cansativa viagem, avizinhou-se da janela, para melhor apreciar o movimento da rua.
Era segunda-feira. Dia quente e soalheiro. Havia feira, e havia feira de gado.
Estupefacto, o Imperador observou homem estranhamente vestido. Era um vaqueiro de coirama: perneiras, gibão e jaqueta; tudo de couro curtido.
Estranhou D. Pedro II, o vestuário, mormente, por ser todo de couro; e comentou, com sua gente, a estranheza.
Desejando examinar pormenores do trajo – que desconhecia, – resolveu mandar chamar o homem, que vinha montado num garboso ginete; convidando-o a apear-se e a entrar.
Contactado pelo pessoal da casa, o vaqueiro, enleado, mas orgulhoso por poder estar junto do Imperador, entra acanhado, mas com largo sorriso de alegria a bailar-lhe nos grossos lábios ressequidos.
Chegado ao salão, onde permanecia D. Pedro II, beija-lhe atabalhoadamente a mão, e fez menção de se curvar, numa tíbia e confusa mesura.
O Imperador recebeu-o como se amigo se tratasse; com tanta simplicidade e com tanto acolhimento, que o peão foi pouco a pouco, perdendo o usual acanhamento, da gente simples do campo.
Observou, atentamente, e fez reparo a várias peças do trajo. Por fim, agradecendo-lhe a presença, entrega-lhe, discretamente, uma nota de cem mil reis.
Os olhos do vaqueiro dilataram-se de felicidade: ora olhava para o rosto de D. Pedro II; ora observava, dissimuladamente, a nota que segurava na mão calejada.
E, fazendo grotesca reverência servil, afastou-se do Imperador, acompanhado pelas criadas da casa.
Logo que o vaqueiro chegou junto dos companheiros, deu largas ao seu contentamento, e contou, entusiasmado, o que lhe sucedera; e, radiante, mostrava-lhes a nota de cem mil reis.
Para espanto de D. Pedro II, minutos depois, dezenas de vaqueiros, desciam, a cavalo, a Rua Direita., e paravam diante da janela onde estava o Imperador.

Compreendeu D. Pedro e todos que estavam na residência de João Pedreira, que aguardavam a esperança, de também eles, receberem a nota de cem mil reis…

Ecumenismo dos Corações - Por Paiva Netto

Ecumenismo dos corações*

 

Paiva Netto


Quando falamos em Ecumenismo, queremos dizer universalismo, do Bem, Fraternidade sem fronteiras, Solidariedade internacional, visto que entendemos a Humanidade como uma família. E não existe uma só em que todos os filhos tenham o mesmo comportamento. Cada um é um cosmos independente, o que não significa dizer que esses “corpos celestes” tenham de esbarrar uns nos outros. Seria o caos. (...) Referimo-nos ao Ecumenismo dos Corações do sentimento bom, que independe das diferenças comuns da família humana, em que as pessoas raciocinam de acordo com o amadurecimento próprio, com a extensão do seu saber ou da falta dele. Aquele que nos convence a não perder tempo com ódios e contendas estéreis, mas a estender a mão aos caídos, pois se comove com a dor, tira a camisa para vestir o nu, contribui para o bálsamo curador de quem se encontra enfermo, protege os órfãos e as viúvas, como ensina Jesus, no Evangelho, segundo Mateus, 10:8. Quem compreende o alto sentido do Ecumenismo dos Corações sabe que a Educação com Espiritualidade Ecumênica é fundamental para o progresso dos povos, porque Ecumenismo é Educação aberta à Paz, para o fortalecimento de uma nação (não para que domine as outras); portanto, o abrigo de um país e a sobrevivência do orbe que nos agasalha como filhos nem sempre bem-comportados. 
Basta lembrar o lamentável fenômeno do aquecimento global, cada vez menos desmentido pelas maiores cabeças pensantes do mundo. (...) Os vanguardeiros — ecólogos, políticos e cientistas de ponta — já procuram soluções práticas para conter a poluição, que nos envenena desde o útero materno. (...)
Conforme afirmei, em 1981, ao jornalista Paulo Rappoccio Parisi (1921-2016) e reproduzi na revista Globalização do Amor Fraterno, nunca como agora se fez tão indispensável unir os esforços na luta contra a fome e pela preservação da vida no planeta. É imperioso aproveitar o empenho de todos, ecologistas e seus detratores, assim como trabalhadores, empresários, o pessoal da mídia (escrita, falada e televisionada, e, agora, eu incluo a internet), sindicalistas, políticos, militares, advogados, cientistas, religiosos, céticos, ateus, filósofos, sociólogos, antropólogos, artistas, esportistas, professores, médicos, estudantes ou não (bem que gostaríamos que todos se encontrassem nos bancos escolares), donas de casa, chefes de família, barbeiros, manicures, taxistas, varredores de rua e demais segmentos da sociedade.
A primeira mulher a ir ao espaço (1963), a cosmonauta russa Valentina Tereshkova, resumiu numa frase que muito tem a ver com a gravidade do que estamos enfrentando ante o problema do aquecimento global: “Uma vez que você já esteve no espaço, poderá apreciar quão pequena e frágil a Terra é”.
O assunto tornou-se dramático, e suas perspectivas, trágicas. Pelos mesmos motivos, urge o fortalecimento de um ecumenismo que supere barreiras, aplaque ódios, promova a troca de experiências que instiguem a criatividade global, corroborando o valor da cooperação sócio-humanitária das parcerias, como, por exemplo, nas cooperativas populares em que as mulheres têm grande desempenho, destacado o fato de que são frontalmente contra o desperdício. Há realmente muito que aprender uns com os outros. O roteiro diverso comprovadamente é o da violência, da brutalidade, das guerras, que invadem os lares em todo o orbe.
Alziro Zarur (1914-1979), saudoso Proclamador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, enfatizava que as batalhas pelo Bem exigem denodo.
Simone de Beauvoir (1908-1986), escritora, filósofa e feminista francesa, acertou ao afirmar: “Todo êxito envolve uma abdicação”.
Resumindo: cada vez que suplantarmos arrogância e preconceito, existirá sempre o que absorver de justo e bom com todos os componentes desta ampla “Arca de Noé”, que é o mundo globalizado de hoje. Daí preconizarmos a união de todos pelo bem de todos, porquanto compartilhamos uma única morada, a Terra. Os abusos de seus habitantes vêm exigindo providência imperativa: ou integra ou desintegra (...), razão por que devemos trabalhar estrategicamente em parcerias que promovam prosperidade efetiva para as massas populares.
Nosso tempo requer, sem delongas, que se desenvolva uma real consciência dos problemas sociais que precisam de solução para ontem. Jamais é ou foi suficiente levantar o vidro do carro. A necessidade de reformas bate às portas. Façamo-las antes que processos traumáticos da sociedade cobrem atitude. E aí, além dos anéis, ir-se-ão os dedos. Não faltam exemplos na História.
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* Trecho extraído do artigo “Oito Objetivos do Milênio”, publicado na revista Globalização do Amor Fraterno (português, inglês, francês, alemão, italiano, espanhol e esperanto), entregue aos chefes de Estado e demais representações durante o High-Level Segment 2007, da ONU, em Genebra (Suíça).

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

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Jean Carlos
Assessoria de Comunicação LBV
Jornalista - DRT/PB 3651 
(83) 3198-1500 / (82) 3328-4410
(83) 9654-0900 / (83) 8832-0013 (whatsapp)

Ajudem, não fiquem de fora e nem virem às costas - Por Dyandreia Portugal

Caros Amigos,

Nós, fomentadores da cultura, precisamos compreender que temos a responsabilidade de fazer chegar, até os mais longínquos e isolados locais, a nossa produção, porque temos que ter responsabilidade social também. Esta em nossas mãos também, o desenvolvimento intelectual dos brasileiros.

Como sabem, nós do Jornal Sem Fronteiras, estamos apoiando, oficialmente, a luta árdua daONG Madalena´s para a realização do projeto sociocultural “PARQUINHO E BIBLIOTECA PARA ESCOLA CARENTE”, idealizado pelas escritoras Isis Dias Vieira e Lúcia Amélia.

O Projeto em questão foi apresentado em março, em Blumenau, durante o Sarau Sem Fronteiras, e consiste na montagem de uma Biblioteca Infantil e na montagem de um Parquinho para uma escola carente no interior do Estado do Espírito Santo. Trata-se da Escola Jardim de Infância Menino Jesus (fotos), no Distrito de Vila Verde, Município de Pancas (ES) e que possui inúmeras necessidades básicas, entre elas, as do projeto em questão.

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Para a montagem da Biblioteca, contamos com o maior número de doações de livros infantis possíveis. A Escolinha funciona com 130 alunos, distribuídos em 5 turmas de 26 alunos cada. Portanto, solicitamos o envio de doações livros (seus e de seus amigos) diretamente para a Escola, no endereço apresentado no folder abaixo. Isso será muito importante.

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Mas não é só isso, precisamos de mais ajuda ainda.

Para a realização deste projeto, é preciso arrecadar uma verba para a compra do Parquinho. Com a venda das camisetas Madalena´s, tanto em Blumenau, quanto na Suíça, não foi arrecado o suficiente. É preciso arrecadar, pelo menos, mais 7 mil reais. Por isso, foi lançado o“Catalogo Artístico Mundo a Fora” - editado de forma bilíngue (português/inglês), pelaHelvetia Edições e com a divulgação do Jornal Sem Fronteiras - onde escritores, artistas, músicos etc. poderão adquirir uma ou mais páginas para a apresentação de seu trabalho, em 7 países (Brasil, Suíça, Alemanha, Portugal, Angola, França e EUA).


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Para que todos possam tomar conhecimento do regulamento, bem como conferir o modelo de uma página montada, convido-os a ver o regulamento em anexo. Mais informações devem ser obtidas pelo e-mail helvetiaedicoes@gmail.com com cópia para madalenas@hotmail.ch.

A participação de todos vocês é muito importante. Entendam que enquanto estarão divulgando seus trabalhos, vocês estarão também colaborando para uma causa muito nobre. Por isso, convido-os a juntarem-se nós.

Caso não possam participar do Catálogo, por questões financeiras, tenho certeza que cada um de vocês conhece alguém que possa. Então, comprometam-se com a causa, abordem diretamente um amigo e convide-o, efetivamente, a participar. Não se eximam desta oportunidade que bate à porta e convida-nos a exercermos nossa cidadania. Afinal, juntos, somos mais fortes!

Um abraço fraterno!

Dyandreia Portugal

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PS.: Favor compartilhar esse e-mail com seus contatos.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Noticias do Blog do Planalto - Direto de Brasilia-DF

Posted: 27 May 2016 01:17 PM PDT
O presidente interino Michel Temer retuitou postagem do Ministério da Justiça e Cidadania (MJ) anunciando reunião entre o ministro Alexandre de Moraes e o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame. Segundo o MJ, no encontro será tratado o combate à violência contra a mulher. A reunião ocorrerá na tarde desta sexta-feira (27) no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) do Rio, a propósito do estupro coletivo sofrido por uma adolescente na Zona Oeste da cidade.
O ministro Alexandre de Moraes se encontra com o sec. de Segurança Pública do RJ, José Mariano Beltrame, hoje às 17h.
— Ministério Justiça (@JusticaGovBR) May 27, 2016
O encontro será no gabinete da SSP no CICC do Rio. A pauta do encontro é o combate à violência contra a mulher.
— Ministério Justiça (@JusticaGovBR) May 27, 2016
Neste momento o ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, está em deslocamento para o Rio de Janeiro.
— Ministério Justiça (@JusticaGovBR) May 27, 2016
Mais cedo nesta sexta, Temer, manifestou em nota veemente repúdio contra o estupro da adolescente no Rio de Janeiro. Na ocasião, anunciou que será criado um departamento na Polícia Federal que vai agrupar informações estaduais e coordenar ações em todo país para combater a violência contra a mulher.
Posted: 27 May 2016 07:49 AM PDT
Nota Oficial
Repudio com a mais absoluta veemência o estupro da adolescente no Rio de Janeiro. É um absurdo que em pleno século 21 tenhamos que conviver com crimes bárbaros como esse.
O ministro da Justiça convocou reunião com os secretários de segurança pública de todo país, nesta terça-feira, quando tomaremos medidas efetivas para combater a violência contra a mulher.
Vamos criar um departamento na Polícia Federal tal como fiz com a delegacia da mulher na Secretaria de Segurança Pública do governo Montoro, em São Paulo. Ela vai agrupar informações estaduais e coordenar ações em todo país.
Nosso governo está mobilizado, juntamente com a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro, para apurar as responsabilidades e punir com rigor os autores do estupro e da divulgação do ato criminoso nas redes sociais.